Roteiro de viagem para o Peru

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Atualizado em 5 de dezembro de 2018

Eu imagino que você já saiba que o Peru é um dos países que mais me surpreendeu. Ele está tão pertinho de nós brasileiros, que não dá para perder a oportunidade de conhecê-lo. Além disso, tem uma cultura fascinante, uma das maiores biodiversidades do planeta e uma geografia que vai da Floresta Amazônica ao deserto do Atacama, passando pelas belíssimas paisagens da Cordilheira dos Andes.

Se isso tudo que eu falei anda perturbando sua mente nos últimos dias, e o desejo de visitar a terra dos incas bate forte, eu lhe dou um conselho: não resista, pois essa certamente será uma das mais fantásticas viagens que você fará.

Então, para lhe ajudar, eu compartilho esse roteiro de viagem para o Peru que é muito semelhante ao que fiz quando visitei o país. Eu tive o cuidado de incluir nele as mesmas cidades e os mesmos lugares para que você possa vivenciar, pelo menos, um pouco do que vi e vivi – na verdade eu torço para que sua experiência seja ainda melhor que a minha.

Esse roteiro de viagem para o Peru foi programado para 15 dias, incluindo dois dias de deslocamento – um para a ida e outro para a volta. Como sempre falo, não acho bacana programar algo nesses dias contatando que tudo vai dar certo. Então, se você chegar bem, e se der tempo para fazer algo, isso será lucro.

Bom, chega de lero-lero e vamos, então, ao meu roteiro de viagem para o Peru.

DIA 1 – LIMA

Faça um passeio pelo Centro Histórico e visite o Convento de São Francisco e suas catacumbas, a Catedral, o Palacio Arzobispal e almoce nos restaurantes da região. Eu sugiro comer um Lomo Saltado, no Tanta.

Depois do almoço, comece o segundo tempo do seu passeio com uma visita ao Museu Arqueológico Rafael Larco Herrera para conhecer sua coleção de 45 mil peças, composta principalmente pelas cerâmicas da milenar cultura mochica.

O museu é um casarão do século 18 e tem um café muito bacana rodeado por jardins, então aproveite para conhecer um pouco mais da arquitetura colonial limenha.

À noite, aproveite para desfrutar do clima gostoso de Barranco, uma das áreas mais badaladas da cidade.  Aqui, cruze a Ponte dos Suspiros que une as ruas Ayacucho e Hermita. A uma altura de oito metros, essa passarela tem 44 metros de extensão e dizem que quem a atravessa num só fôlego tem um desejo realizado. Tente se lembrar disso, prenda a respiração e vá em frente.

Veja aqui as dicas detalhadas do que fazer em Lima e veja as melhores opções de onde se hospedar na cidade.

roteiro de viagem para o peru

Fachada do Convento e Iglesia San Francisco.

Interior do prédio onde funciona o Museu de Arte Sacra.

Plaza San Martín no centro de Lima.

Plaza San Martín no centro de Lima.

DIA 2 – LIMA

No seu último dia em Lima, siga para um passeio pelos bairros de San Isidro e Miraflores. Em Lima, há diversos sítios arqueológicos de civilizações antigas e o Huaca Pucllana, que fica bem no centro de Miraflores, é uma boa opção para conhecer um pouco desse lado da história peruana. Aproveite para fazer um passeio guiado e ficar por dentro dos detalhes dessa imensa construção que contrasta com a modernidade dos prédios da região.

No Shopping Larcormar, pare para almoçar enquanto desfruta da paisagem das praias do Oceano Pacífico. Depois de satisfeito, aproveite para fazer aquelas compras que todo turista merece.

 Um dos programas noturnos mais escolhidos pelos turistas é  o passeio pelo Parque de La Reserva, onde há o Circuito das Águas que conta com 13 fontes iluminadas com jatos de até 80 metros de altura. As fontes formam diversos arcos cheios de luzes e os visitantes passeiam por dentro deles.

Huaca Pucllana: uma imensa pirâmide do período pré-colombiano.

DIA 3 – CUSCO

Tente pegar um voo logo cedo para Cusco. Chegando à cidade, se acomode e evite fazer esforços, já que o mal de altitude pode lhe deixar mal.

Há duas opções para combater os sintomas: usar a folha de coca – mastigando e bebendo o chá – ou tomando o gravol, um remédio vendido nas farmácias daqui. Eu escrevi um post com os detalhes de como cuidar de sua saúde no Peru.

Se achar que deve, faça uma caminhada leve pelo centro e visite as igrejas e museus da cidade. Veja as opções de onde se hospedar em Cusco.

A cidade vista do alto de Sacsayhuamán.

Fachada da Catedral de Cusco.

DIA 4 – CUSCO

Caminhe pela Plaza de Armas. Aqui, aproveite para visitar a Catedral del Cusco, esse imponente templo que é cheio de obras de arte. Explore um pouco mais esta região conhecendo os comércios que funcionam nesta área e onde, provavelmente, você vai terminar seu dia.

Depois, desça a Avenina del Sol até o Complexo Arqueologico Qoricanca, onde hoje está o Convento e a Igreja Santo Domingo. Aqui ficava o principal centro religioso dos incas, e ainda hoje é possível ver as ruínas do antigo templo. Aproveite para visitar o museu que tem um acervo bastante interessante com múmias e crânios deformados.

Depois, contrate um city tour e siga para os sítios arqueológicos do entorno de Cusco: Sacsayhuaman, Qenqo, Pukapukara e Tambomachay. Eles ficam um pouco mais afastados da cidade, e contratando o city tour você terá  transporte e o guia que lhe explicará tudo.

Veja mais detalhes sobre os sítios arqueológicos ao redor de Cusco.

De volta ao seu hotel, depois de descansar, prepare-se para a sua primeira noite em Cusco. É hora de voltar à Plaza de Armas, mas dessa vez para encontrar gente do mundo todo que faz da praça um ponto de encontro para lá de democrático.

A movimentada Praça de Armas.

O sítio arqueológico de Sacsayhuamán.

A bela paisagem de Pukapukara .

A bela paisagem de Pukapukara.

DIA 5 – CUSCO

No seu terceiro dia em custo, vá conhecer as cidades do Vale Sagrado. O passeio começa às 8h e percorre três vilarejos do vale do Rio Willcamayu: Pisaq, Ollantaytambo e Chinchero. Durante toda a viagem você será acompanhado por um guia que explica os detalhes de tudo o que você vai ver.

As minhas dicas especiais são: em Pisaq, observe os túmulos cavados nas encostas e suba até o relógio de sol; em Ollantaytambo, aproveite para ver como as casas foram construídas sobre as ruínas de antigas moradias inca e tente descobrir como eles puderam transportar essas enormes pedras até o topo do morro; em Chinchero acompanhe de perto as explicações feitas por uma menina sobre todo o processo de produção artesanal dos tecidos locais.

Veja como é o passeio pelo Vale Sagrado.

 Por volta das 17h você estará de volta a Cusco, jante e aproveite para descansar pois amanhã você sairá cedo para conhecer Machu Picchu.

Os terraços de Pisaq: uma forma inteligente de cultivo em regiões montanhosas.

Os túmulos escavados nas montanhas de Pisaq.

A fortaleza de Ollantaytambo, a única cidade inca ainda habitada.

DIA 6 – MACHU PICCHU

Sem dúvida a ida a Machu Picchu é o passeio mais famoso e  procurado por quem chaga a Cusco. A forma mais fácil é ir de trem até Águas Calientes em uma viagem que dura três horas.

De lá, tome um micro-ônibus para Machu Picchu. Esse último trajeto será feito em cerca de 30 minutos. Nas ruínas, os passeios guiados costumam durar cerca de três horas.

Para comprar o tíquete de entrada em Machu Picchu acesse machupicchu.gob.pe. Você também pode comprar o transfer e a entrada nas agências que ficam ao redor da Plaza de Armas, em Cusco.

Veja os detalhes de como chegar a Machu Picchu.

À noite, siga de ônibus para Puno. A viagem dura cerca de oito horas. Consulte a passagem aqui.

Pela janela do trem, a paisagem de vales, montanhas e rios.

A famosa cidade perdida dos incas.

DIA 7 – PUNO

Puno não é uma cidade bonita, o que traz os turistas aqui são as suas ilhas flutuantes, únicas em todo o planeta.

Como de costume comece conhecendo a região onde você está, procure saber um pouco da história e cultura locais. Para isso, faça um passeio tranquilo pelos principais pontos turísticos do pequeno e simples centro de Puno. Lembre-se que o primeiro dia em Puno exige cuidados, já que o mal de altitude pode causar desconfortos.

Comece na Plaza de Armas, um dos principais pontos de encontro da cidade, onde também está a Catedral de Puno. Ao lado da Plaza de Armas está o Museu Dreyer, no qual estão expostos vários artefatos indígenas e coloniais característicos da região.

Aqui, pertinho da Plaza de Armas, começa a Calle Lima, você vai encontrar muitos turistas e boas opções de lojinhas de artesanato. Se a fome pintar, fique à vontade para escolher um dos restaurantes para almoçar.

Mais tarde, se achar que deve encarar uma atividade física, suba os mais de 600 degraus do Mirador de Kuntur Wasi para ver a bela paisagem de Puno e o imenso Titicaca a mais de 4.000 metros de altitude.

Veja as opções de onde se hospedar em Puno.

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A vista de quem chega à cidade de Puno.

Caminhos de Puno.

Caminhos de Puno.

DIA 8 – PUNO

Logo cedo, vá até o Porto do Lago Titicaca de onde saem as embarcações com destino às ilhas flutuantes dos Uros. Para chegar la é preciso viajar de barco por cerca de 30 minutos. Ao chegar a uma das ilhas, você será convidado a conhecer um pouco da cultura e da história desse povo.

Em seguida, faça um passeio para conhecer os habitantes e sua forma de vida: você poderá entrar na casa de uma família e até mesmo experimentar a totóra, mas espere que eles tomem a iniciativa. Durante a visita aproveite para conhecer também escolas, mercados e para passear em uma das embarcações conhecidas como cavalos de totóra.

Eu escrevi um post para explicar melhor como é fazer o passeio às Ilhas flutuantes dos Uros.

Depois do almoço, já de volta à cidade, faça o passeio pelas ruínas do Complexo Arqueológico de Sillustani. Esse grande cemitério a céu aberto foi, durante séculos, o lugar onde civilizações pré-incas sepultavam seus mortos, sempre em posição fetal.

Aqui, aproveite para reparar que as pequenas aberturas dessas torres sempre estavam viradas para a direção do sol nascente. Isso se deve ao fato de que eles acreditavam que os mortos seriam ressuscitados pelo deus sol.

Outra característica importante é a diferença estética entre as torres construídas antes e depois do Império Inca: maiores e com melhor acabamento, é fácil perceber a influência da arquitetura inca nas torres.

Os detalhes desse passeio estão no post que fiz sobre o povoado de Sillustani.

No fim do dia, embarque em uma viagem de ônibus para Arequipa. Se preferir, compre um voo que parte de Juliaca, cidade a 43 quilômetros de Puno.

A comunidade se reúne para as boas vindas.

A espontaneidade das crianças de Uros.

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A arquitetura inca se destaca em Sillustani.

DIA 9 – AREQUIPA

Comece a conhecer a cidade visitando os pontos turísticos mais importantes. Seu ponto de partida será a Plaza de Armas, uma bela praça rodeada de arcos coloniais e que foi eleita a mais bela do país. Aqui, aproveite para visitar a Catedral de Arequipa, seu museu e conheça as suas lindas obras de arte.

Destine um tempo para visitar alguns museus do entorno da Plaza de Armas, como o Museo Arqueologico da Universidade de San Augustin; o Museo Arqueologico Chiribaya; e o Museo Santuarios Andinos, onde está a Dama de Ampato, múmia inca de uma menina com idade entre 12 e 14 anos, encontrado no topo do vulcão Ampato.

Depois do almoço, caminhe até o Mosteiro de Santa Catalina, um dos monumentos arquitetônicos mais impressionantes da cidade. Nesse mosteiro, que tem a estrutura de uma cidade em miniatura, viveram freiras arequipenhas por mais de 400 anos.

Depois do almoço, vá conhecer o Mirador de Yanahuara, que está localizado fora da cidade de Arequipa, e de onde você pode observar os vulcões Misti Chachani e Pichu Pichu.

No final da tarde, dê uma passadinha no Patio del Ekeko, tradicional mercado que vende produtos de lã de Alpaca e produtos artesanais.

Veja as opções de onde se hospedar em Arequipa.

A bela Plaza de Armas de Arequipa. Foto: Guillén Pérez

O Convento Santa Catalina. Foto: Littlevanities

A vista do Mirador de Yanahuara. Foto: D. Davey

DIA 10 – AREQUIPA

Acorde cedo e saboreie um tradicional café da manhã com suco de quinoa e pão caseiro, em seguida parta para apreciar as belezas naturais e culturais do Cânion do Colca. Por lá relaxe tomando um banho nas águas termais que descem do vulcão Mismi.

Siga viagem pela estrada que margeia o cânion até o ponto mais alto para apreciar o voo do condor. O ideal é chegar aqui em dias de sol, já que as aves aproveitam o ar quente que sobe dos paredões para plainar. Aproveite para conversar com as mulheres locais que sempre estão por aqui vendendo artesanato.

Mais tarde, faça uma parada em Maca para conhecer o povoado que enfrentou as cinzas do vulcão por quase dois anos e só recentemente foi reconstruído. Antes de voltar você ainda vai passar por uma estrada linda que corta o Parque Nacional de Aguada Blanca.

Você pode comprar esse passeio em uma das agências que fica no centro, ao redor da praça. Veja os detalhes do passeio pelo Cânion do Colca.

À noite, siga de ônibus para Paracas. A viagem dura 12 horas, mas os ônibus são melhores que muitas aeronaves brasileiras. Consulte a passagem aqui.

O belo caminho de Arequipa até o Cânion do Colca.

As estradas de terra batida do cânion.

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O condor em um lindo voo rasante.

DIA 11 – PARACAS

Paracas é um pequeno vilarejo de pescadores e a atração aqui é a Reserva Nacional de Paracas. Essa gigantesca reserva tem 335 mil hectares, portanto você vai conhecer uma pequena amostra desse lugar, mas não é por isso que seu passeio não será interessante.

Depois do café da manhã, aproveite para caminhar pelo píer El Chaco onde pescadores descarregam os barcos que chegam cheios de peixes e aproveite para garantir seu lugar nas lanchas que partem para as Ilhas Ballestas, um dos cenários naturais mais lindos que já visitei.

Os passeios começam cedo, mas você pode embarcar tranquilamente por volta das 11h. Despois de aproximadamente duas horas, você estará de volta ao píer. Nessa região há vários bares e restaurantes. Então, aproveite para experimentar o delicioso arroz com lagostins.

Veja todos os detalhes do passeio pelas Ilhas Ballestas.

Já descansado após o almoço, siga para uma visita ao Centro de Interpretación de Paracas, um interessante tipo de museu onde você poderá aprender sobre a flora e fauna da Reserva. Neste centro estão em exposição alguns esqueletos de baleias, lobos-marinho e pinguins.

Nessa área, aproveite para ver de perto uma das maravilhas turísticas do Peru: a catedral. Aqui perto também está a Playa Roja, a única praia de areia vermelha do país. Eu conto como é a aventura pelo deserto de Paracas neste post.

Antes do anoitecer, retorne para a vila de Paracas e assista à revoada das gaivotas no pôr do sol.

Veja as opções de onde se hospedar em Paracas.

A vista das Ilhas Ballestas.

A vista das Ilhas Ballestas.

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Pinguins de Humboldt nas Ilhas Ballestas.

A paisagem das Ilhas Ballestas.

A abundante vida selvagem das Ilhas Ballestas.

DIA 12 – PARACAS

Que tal começar o dia praticando esporte? Paracas tem condições ideais para a prática do kite surfing. Aqui bem pertinho do El Chaco funciona a PeruKite, uma escola de Kite Surfing que vai te ajudar a dar os primeiros passos – ou primeiros voos – no mar.

Mas se o seu negócio é terra firme e menos adrenalina, que tal ver de perto a figura do Candelabro? De carro, siga até El Cequión, de onde já é possível ver dezenas de aves, inclusive flamingos. É uma visão incrível.

Daqui em diante o passeio continua a pé, em uma caminhada leve de apenas 600 metros. Durante a trilha, você vai apreciar o belo azul do Oceano e o misterioso Candelabro. Antes de voltar para o carro, pare para apreciar lobos marinhos a partir do mirante.

Depois dessas aventuras, vá conhecer a belíssima praia de Lagunillas com suas águas claras. Aqui, desfrute de um delicioso almoço em frente ao mar e aproveite para tomar um banho nas águas do Oceano Pacífico e relaxar.

Para fechar esses dias com tranquilidade, aproveite o entardecer no hotel. Na manhã seguinte, tome um ônibus para Lima. A viagem dura certa de quatro horas.

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Chegando ao deserto de Paracas.

O que sobrou da Catedral.

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Playa Roja: a única praia de areia vermelha do país.

DIA 13 – LIMA

De volta a Lima, reserve a tarde para visitar o santuário de Pachacámac, que fica a cerca de 50 minutos do Centro. Esse sítio arqueológico é composto por um conjunto de pirâmides de barro, palácios, templos, praças e ruas que eram centros de peregrinação e devoção, uma vez que Pachacamac era considerado um oráculo capaz de prever o futuro.

Hoje, Pachacámac é uma das principais atrações turísticas dos arredores de Lima e tem um museu com cerâmicas, tecidos, madeira, metais, entre outros artefatos de diferentes épocas. É recomendável levar roupa confortável, sapatos para caminhada, óculos de sol e protetor solar.

Na volta, aproveite para almoçar na região de Miraflores ou do Centro Histórico e se der tempo, siga para o complexo arqueológico Mateo Salado que está localizado em frente à Plaza de la Bandera. Este sítio arqueológico é considerado um dos centros cerimoniais e políticos mais importantes do vale do rio Rimac.

Roteiro de viagem para o Peru

Este roteiro de viagem deve servir para que você se inspire a montar um roteiro que seja a sua cara. Portanto, fique a vontade para alterá-lo. Se tiver mais dias, considere incluir uma parada para ver as Linhas de Nazca. Eu explico o que você vai encontrar nesta cidade aqui.

Se você está procurando uma empresa para organizar seus dias por aqui, a Perú Grand Travel é especializada neste tipo de roteiro. Eu vi um pacote que eles têm que é bem semelhante a este que fiz. Entre em contato com eles e peça uma cotação.

Aqui você pode acessar todos os posts que escrevi sobre o Peru.

Roteiro de viagem para o Peru

O deserto onde aparecem as misteriosas figuras.

SOBRE O AUTOR

Altier Moulin

Sou um jornalista que gosta de contar histórias e de extrair do cotidiano um valor que muitos não percebem. Desde menino, meu desejo era viajar pelo mundo. Já adulto, descobri que isso não era apenas um sentimento, mas um propósito de vida.

46 Comentários

  1. Avatar

    Olá!
    Tô planejando ir sozinha para o Peru, mas estou em dúvida se fico em algum hostel, albergue ou hotel mesmo. O que você me indicaria?

    • Altier Moulin

      Oi Cecilia,

      É difícil lhe sugerir algo pois não conheço bem o seu perfil de viajante. Os hostels sempre são mais econômicos, mas eu os indico para quem não se importa tanto com barulho e para quem está a fim de interagir com pessoas de outros lugares (hostel e albergue são as mesma coisa). Uma boa cama e a privacidade de um hotel – por mais simples que ele seja – pode ser revigorante para que no outro dia você esteja com todo o pique. Eu sempre faço as minhas reservas usando o Booking.com. Veja aqui: http://goo.gl/YkLaa2

      Um abraço.

  2. Avatar

    Adorei as dicas!
    Uma dúvida: é possível ir até o Santuário Pachacámac de carro alugado?
    Não vejo muitos relatos de viajantes que fizeram isso.
    Obrigada!

  3. Avatar

    Boa tarde,

    Gostaria de saber se é um país seguro, pois estou pretendendo fazê-lo sozinha. Qual foi a media de gasto e período?

    Michelle

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    Altier, excelente descrição, vamos fazê-la! Fico sempre na dúvida sobre o período de viagem. COmo no perú a variação de clima é grande, esses locais que você indica é possivel fazer em julho/agosto?

  5. Avatar

    Ola Altier!

    Estou indo para o Peru em novembro e estou completamente apaixonada pelo seu roteiro. Decidi fazer exatamente isso! Vou comprar o vôo Rio x Lima.
    Gostaria de saber se o clima em novembro é tranquilo para fazer todos esses trajetos, e como você comprou os ônibus internos para mudar de uma cidade pra outra: é fácil ou tem que comprar com antecedência?
    Muito obrigada e parabéns pelo blog! Bjs

    • Altier Moulin

      Oi Rachel,

      Novembro ainda é um chuvoso em Machu Picchu e em Cusco, mas nas demais cidades não chove. Dá pra curtir sim.
      Eu comprei as passagens de ônibus poucos dias antes de viajar, mas é sempre bom monitorar isso.

      Espero ter ajudar. Um abraço.

  6. Avatar

    Olá, Altier!! Bem legal mesmo seu blog, super detalhado e vai me ajudar muito – se é que não farei exatamente o mesmo roteiro…rsrs! Minha viagem será em fevereiro/17 – do dia 19 ao dia 03/03/17 – é uma boa época?
    Altier, vamos eu e uma amiga e minha ideia inicial era comprar a passagem aérea já com Cuzco no caminho (SP/LIMA/CUZCO/SP) e ao ler seu blog, fiquei na dúvida… Dá para fazer tudo isso sem alugar carro? Preocupa-me o valor do aluguel e estradas/sinalização. Pode me aconselhar?
    Desde já agradeço sua atenção.

    Ana C.

  7. Avatar
    Janaina Regina Baade on

    Olá,
    Você poderia me dizer quanto gastou (mais ou menos) para fazer a viagem completa (menos passagem)? Estou pensando em adquirir o guia que você indicou, nele é descrito o gasto com cada visita?

  8. Avatar
    Heloísa Camargo on

    Olá!!
    Adorei as dicas! Gostaria de saber em que época do ano tu foi, pois estou planejando ir em dezembro, e já li que chove demais nessa época…
    Obrigada!

  9. Avatar
    Nathalia Brandão on

    Olá! Obrigada pelas dicas! Ajudou muito!
    dúvidas: você ficou hospedado em águas calientes ou em Machu pichou ? Da para levar toda a bagagem no trem ?
    Da para fazer o passeio para Titicaca sem agência de turismo?
    Desde já,
    Agradeço.
    Nathalia.

  10. Avatar

    Boa noite, Altier! Parabéns pelo blog, suas dicas são ótimas e altamente esclarecedoras!!!
    Eu e meu esposo vamos para o Peru em setembro, vamos seguir de Puno para Cusco à noite de ônibus e chegamos por volta de 5:00 a.m em Cusco, a dúvida é a seguinte: você acha que seria viável fazer um passeio por conta própria até Pisac pela manhã e voltar para Cusco para fazer o city tour que começa às 13:00h? Outra coisa, é fácil encontrar guia que faça esse passeio de Pisac, ou então, existem guias disponíveis lá que possamos contratar na hora?

    Obrigada desde já,

    Larissa

    • Altier Moulin

      Oi, Larissa.

      O passeio em Pisac, geralmente, é casado com outras cidades do Vale Sagrado e dura o dia inteiro. Eu acho isso sensacional, porque a gente consegue ter uma dimensão melhor de como as cidades do Império Inca eram organizadas, cada uma com sua função. No tempo que vocês terão livre, eu aproveitaria para explorar Cusco caminhando, sozinhos. A Plaza de Armas, a Catedral, os mercados, os museus… vixe, tem muita coisa boa para fazer nesse tempo. Depois, vocês pegariam o city tour que vai, também, a alguns lugares nos arredores de Cusco.

      É minha sugestão.

      Um abraço.

  11. Avatar

    Huum, ótimo! Obrigada pela ajuda!
    Como estamos nos organizando por nossa conta, sem agência de turismo, são muitas dúvidas que aparecem…

    Obrigada novamente!
    Abçs!!

  12. Avatar

    Olá, qual foi em média o gasto da sua viagem? Pensando nos hostels e as passagens de ônibus de uma cidade para outra.
    Eu irei fazer um intercambio em Lima, passando um mês e meio la. Ao final do intercambio pretendo ficar uma semana e pouco a mais para um turismo, pretendo fazer mais ou menos o mesmo roteiro que o seu.

  13. Avatar

    Altier
    Parabéns pelo relato da sua viagem.
    Você indicaria alguma cidade que não tenha descrito no seu roteiro?
    E Você recomenda a Rainbown Mountain a 100 Km de Cuzco, não sei se ela vale todo esforço em subi la.

  14. Avatar
    fabio abelino ferreira on

    Uauu!!!!…para começar este blog perfeito, muito obrigado. Estamos preparando para comemorar 25 anos de casado e este vai ser o roteiro, tenho algumas duvidas quanto a cambio, documentação utilizada para viagem tendo em vista o tratado do mercosul. vou ler os links de hospedagem que vc postou qual foi o periodo da viagem qual o melhor periodo.

  15. Avatar

    Adorei o seu roteiro! É exatamente o que eu estava procurando. Estou indo para o Peru dia 20/07 e pretendo ficar uns 15 dias, esse roteiro encaixou perfeitamente com os lugares que tinha pensado em conhecer. Tenho uma dúvida, quanto devo levar aproximadamente em dinheiro?

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