Como visitar Auschwitz, o terrível campo de concentração nazista

Atualizado em 15 de novembro de 2022 – 8 min de leitura

Visitar Auschwitz foi, sem dúvida, a experiência mais triste que já tive. Mas, antes que você desista de embarcar na viagem para este antigo campo de concentração nazista, eu preciso dizer que valeu a pena.

→ Onde ficar em Cracóvia

Entrar naquele ambiente tão opressor e tão importante para a história recente da humanidade me proporcionou viver uma experiência transformadora, e é exatamente por isso que eu encorajo você a fazer o mesmo.

Neste artigo, eu vou explicar sobre:

Como é visitar Auschwitz

A visita começa em Auschwitz I. Depois de cruzar o famoso portal com a frase arbeit macht frei – que significa o trabalho liberta –, você vai entrar num mundo onde tudo é horrível.

Tudo é tão horrível que é difícil acreditar que o ser humano tenha sido capaz de fazer tanta barbaridade com inocentes, pessoas comuns, como eu e você, que nada tinham a ver com o conflito liderado por Adolf Hitler.

Como é visitar Auschwitz

Para você entender melhor, o nome Auschwitz foi usado para identificar um conjunto específico de campos de concentração e de extermínio.

Ao todo, durante a Segunda Guerra Mundial, foram erguidos três campos nesse modelo: Auschwitz I, Auschwitz-Birkenau e Auschwitz-Monowitz.

Como é visitar Auschwitz

SOBRE A SEGUNDA GUERRA

A Segunda Guerra Mundial teve como motivação principal a conquista de territórios por parte da Alemanha nazista. O país tinha o claro objetivo de repovoar toda a Europa com a raça alemã.

O primeiro passo para a maior guerra de todas as eras aconteceu em 1º de setembro de 1939, quando o exército de Hitler invadiu a Polônia.

Dezesseis dias depois, o exército vermelho da ex-União Soviética também entrou no combate avançando pela fronteira oriental do país, já que a maioria das tropas polonesas se concentrava na porção ocidental, por onde avançavam os militares alemães.

O que o mundo ainda não sabia, até então, é que toda essa trama de ocupação e de divisão da Polônia já tinha sido acordada entre Stalin, líder da antiga União Soviética, e Hitler, comandante das forças alemãs, no Pacto de Não-Agressão.

Disputando o mesmo território, os dois países protagonizaram uma guerra que devastou grande parte das cidades polonesas.

Para ter uma ideia, Varsóvia, a capital da Polônia, teve mais de 85% de seu território destruído. Além disso, sua população foi reduzida drasticamente para cerca de 10%: de 1,3 milhão de pessoas, a cidade passou a ter pouco mais de 150 mil.

No lado nazista, dezenas de campos de concentração foram criados, inicialmente, para abrigar presos políticos – poloneses que se opunham ao regime nazista – e soldados soviéticos derrotados nos combates.

Mais tarde, esses campos passaram a receber judeus vindos de diversas partes da Europa. Em 1941, o continente já estava sob o domínio de Hitler.

Com o envolvimento de países como Estados Unidos, Inglaterra e França, os ataques ao domínio alemão se intensificaram, aumentando o número de civis mortos, tanto nos países ocupados, quanto na própria Alemanha.

O maior conflito de todos os tempos acabou em 1945, com a rendição do Japão, país aliado da Alemanha, depois que Hiroshima e Nagazaki foram destruídas por bombas atômicas.

O primeiro deles – que ficou conhecido como Auschwitz I – foi construído, a partir de 1940, na cidade de Oświęcim, a 67 quilômetros de Cracóvia, na Polônia.

O mais terrível e o maior de todos era Auschwitz-Birkenau, que começou a ser planejado quando o primeiro campo estava quase com lotação esgotada.

Neles, foram mantidos milhões de judeus, ciganos e outras minorias vindas de várias partes da Europa, além de soldados soviéticos presos durante a guerra. Mas, a principal função desses complexos era mesmo matar.

A visita aos alojamentos

O imenso Museu de Auschwitz, que na verdade é o próprio campo de concentração, foi aberto em 1955, dez anos depois do fim da Guerra, e seus principais atrativos estão espalhados por cinco dos 30 prédios que compõem o complexo.

Como é visitar Auschwitz

Para visitar Auschwitz é preciso caminhar bastante: além de entrar nos alojamentos 4, 5, 6, 7 e 11, você também vai conhecer a câmara de gás, o crematório e o local onde funcionou o escritório do exército nazista que comandava todo o campo.

Como é visitar Auschwitz

No primeiro alojamento, uma série de fotos da época mostra como era feita a seleção dos prisioneiros.

Aqui, estão também números e dados que contabilizam o que foi o maior massacre da história do mundo moderno.

Como é visitar Auschwitz

Como é visitar Auschwitz

Nas salas seguintes, há grandes vitrines onde estão montanhas de sapatos, óculos, malas e outros objetos pessoais.

Tudo aquilo foi confiscado dos prisioneiros assim que eles chegaram ao campo ou, como no caso dos óculos, foi retido antes deles serem enviados para a morte na câmara de gás.

Porém, nada me impressionou mais, nesta sala, do que os cabelos humanos amontoados. É tanto cabelo que, talvez, fosse possível encher um apartamento inteiro.

Nessa hora, a frieza dos números passou a fazer mais sentido e eu, realmente, me dou conta das milhares de pessoas que morreram em Auschwitz.

Como é visitar Auschwitz

Como é visitar Auschwitz

Como é visitar Auschwitz

A vida em Auschwitz

No caminho entre um prédio e outro, um silêncio sepulcral toma conta de Auschwitz.

A única coisa que se ouve por aqui é passo lento e meio arrastado dos visitantes, e a suave voz da guia que acompanha meu grupo – serviço imprescindível para quem quer visitar Auschwitz e entender melhor sua história.

Como é visitar Auschwitz

Chegamos a mais um alojamento e, aqui, percebo como era a vida dentro dos muros de Auschwitz.

Nas primeiras semanas de funcionamento, os dormitórios não tinham cama. Todos eram obrigados a dormir sobre uma fina camada de palha, sem o mínimo conforto e privacidade.

Mais tarde, os prisioneiros ganharam beliches de três andares que eram enfileiradas um ao lado do outro.

Como é visitar Auschwitz

No corredor, enquanto caminho até o antigo banheiro, vejo a foto de centenas de prisioneiros que não sobreviveram aos horrores da guerra.

Em dois cômodos pequenos há um lavabo e alguns sanitários que, sem divisórias, eram compartilhados por todos. Além disso, eles só podiam ser usados em horários determinados pelo comando nazista.

Como é visitar Auschwitz

Algumas áreas dentro de Auschwitz não podem ser fotografadas.

Uma delas é o interior do prédio onde o monstruoso médico Josef Mengele comandou uma série de experimentos com humanos.

O ambiente é pesado, frio e causa muita estranheza.

Como é visitar Auschwitz

Em nome da ciência, Mengele e seu grupo mataram gêmeos, injetaram substâncias estranhas em crianças e seguiram uma cartilha de horrores que não parecia ter limites.

Como é visitar AuschwitzComo é visitar Auschwitz

Ao lado desse prédio ficava a área de fuzilamento, onde eram punidos e executados prisioneiros revoltados e desobedientes.

Hoje, o muro que ainda carrega marcas de bala se tornou um local de homenagem às vítimas.

Como é visitar Auschwitz

Como é visitar Auschwitz

A câmara de gás

Os meus passos ficam pesados à medida que a guia vai nos contando mais sobre o lugar da nossa próxima parada: o complexo onde funcionava a câmara de gás que, daqui, foi replicada em vários outros campos de extermínio.

SOBRE O NAZISMO

Os princípios que nortearam a ideologia nazista foram o ódio aos judeus, a negação da democracia e do comunismo, e a convicção da superioridade da raça alemã sobre qualquer outro povo. Com a ideia de criar uma sociedade pura, livre de outras etnias, os nazistas perseguiram e mataram milhões de judeus, mas não apenas. Eslavos, russos, ciganos, homossexuais e tantos outros grupos foram capturados, escravizados e assassinados nas câmaras de gás, ou simplesmente fuzilados.

Liderado por Adolf Hitler, o Partido Nazista tomou o poder na Alemanha em 1933, e, desde então, a política de doutrinação da população por meio da propaganda, que mostrava uma realidade disfarçada, passou a ocupar os veículos de comunicação nacionais.

Isso criou, em parte dos alemães, uma forte simpatia com os ideais defendidos pelos nazistas. Em um de seus famosos pronunciamentos, durante o congresso do Partido Nazista de 1937, Adolf Hitler defendeu o seu modelo nada convencional de formação. “Estamos educando uma juventude diante da qual o mundo inteiro temerá. Eu quero uma juventude que seja capaz de realizar violações, e que seja forte, poderosa e cruel”, declarou o ditador.

Em busca de poder, a Alemanha nazista matou, invadiu territórios e levou a Europa e países como Estados Unidos e Japão a se envolverem na maior guerra de todos os tempos. Uma guerra que não apenas mudou as relações políticas, mas que, principalmente, marcou para sempre a história da humanidade.

Como é visitar Auschwitz

Originalmente, esse prédio foi construído para abrigar um necrotério e os fornos de incineração.

Mas, como precisavam encontrar uma forma mais rápida de eliminar os judeus, os nazistas começaram a fazer experimentos utilizando o Zyklon B, um potente pesticida capaz de matar um número maior de prisioneiros sem muito trabalho.

Como é visitar Auschwitz

Trancados nessa sala fechada e mal iluminada, os prisioneiros eram, aos poucos, sufocados pelo gás que invadia cada canto do ambiente.

Quando o veneno começava a fazer efeito, as pessoas tentavam fugir dos pontos de onde ele saia e, assim, crianças e idosos eram esmagados por causa do pânico que tomava conta de todos.

Em menos de 20 minutos, o gás interferia na respiração e a morte chegava lentamente em forma de sufocamento, crises convulsivas, sangramento e da perda dos sentidos.

Como é visitar Auschwitz

Quando já havia passado tempo suficiente para que todos estivessem sem vida, um grupo de prisioneiros que trabalhava no crematório – o sonderkommando – era encarregado de limpar a câmara deixando tudo pronto para o próximo grupo.

Antes de enviarem os corpos para serem queimados, os soldados-prisioneiros verificavam a boca e os dentes de cada vítima em busca de ouro e objetos de valor escondidos.

Depois disso, eles eram incinerados para que não restasse qualquer prova do crime que acabara de acontecer.

Como é visitar Auschwitz

Os nazistas chegaram a operar outros quatro crematórios semelhantes a este, só que, antes do fim da Guerra, a maioria foi destruída na intenção de eliminar provas.

O crematório e a câmara de gás desta visita permaneceram praticamente intactos – apenas a chaminé teve que ser reconstruída durante a criação do Museu de Auschwitz-Birkenau.

Como é visitar Auschwitz

Ao lado da câmara de gás ficava a sede administrativa do comando nazista que coordenava todos os campos de concentração do modelo Auschwitz.

Hoje, nesta área, há apenas uma forca.

Nela, o primeiro comandante de Auschwitz, Rudolf Höss, foi executado, em 1947, depois de ter sido condenado à morte pela Suprema Corte Polonesa.

A visita ao complexo de Auschwitz tem, ainda, uma segunda parte, que acontece no campo de Auschwitz-Birkenau, que também é chamado de Auschwitz II.

Por isso, eu sugiro que você leia: Como é visitar Auschwitz-Birkenau.

Como é visitar Auschwitz

Como é visitar Auschwitz

Quanto custa

A entrada nos antigos campos de concentração de Auschwitz é gratuita, mas estar acompanhado de um guia é indispensável para que você possa entender melhor tudo o que vai ver aqui.

Você pode contratar um passeio guiado por PLN 85. Consulte os horários dos passeios e as línguas disponíveis.

Como é visitar Auschwitz

Quando ir

O complexo de Auschwitz abre às 9h, mas o horário de fechamento varia durante o ano. Nos meses de verão, a visita se encerra às 18h e em dezembro às 14h.

A visita dura cerca de quatro horas.

→ Quando ir a Auschwitz

O clima da Polônia é temperado, com as quatro estações bem definidas. O verão é bem curto, já o inverno é longo e muito frio. Os meses mais gelados vão de outubro a abril, quando os termômetros marcam temperaturas abaixo de zero.

Entre maio e setembro, os dias tendem a ser mais ensolarados, com temperaturas variando entre 20 e 27 graus. O mês mais quente é julho, e o mais frio é janeiro, com temperaturas chegando a menos cinco graus. Eu considero melhor planejar uma viagem para a Auschwitz entre os meses de maio e setembro.

Como chegar

Para chegar a Oświęcim, cidade que fica a 67 quilômetros de Cracóvia, você pode pegar um ônibus da empresa Lajkonik. Ela tem partidas diárias a cada uma hora – das 8h às 21h  – nas rotas que fazem parada no Museu de Auschwitz.

De carro, a viagem é tranquila e rápida, já que as rodovias estão em ótimas condições, mas há cobranças de pedágio no trecho saindo de Cracóvia. O museu tem estacionamento gratuito.

O Aeroporto Internacional de Katowice (KTW) é um dos mais movimentados da Polônia. Ele opera voos nacionais e internacionais partindo e chegando de outros países da Europa e é, também, muito usado por viajantes que querem visitar Auschwitz.

Como é visitar Auschwitz

O que levar

Não é permitido entrar com sacolas ou mochilas no museu. Se precisar, você pode deixar seus pertences no guarda-volumes. Uma garrafa de água, um lanche para o intervalo e sua câmera fotográfica são indispensáveis. Mas, se preferir, você poderá comprar algo para comer  nas lojinhas que funcionam na entrada, perto do estacionamento.

Informações Básicas

Visto

Brasileiros não precisam de visto e o período de permanência é de até 90 dias, podendo ser prorrogado para mais 90 dias.

Documentos

É necessário apresentar um passaporte com validade mínima de seis meses, após a data da saída do país, e com uma página em branco.

Dinheiro

A moeda da Polônia é o złoty, identificado pelas siglas PLN e zł. Para sua viagem, leve euros e troque nas casas de câmbio.

Vacinas

Nenhuma vacina específica é exigida, independentemente do motivo da viagem e da idade do viajante. O seguro viagem é obrigatório.  

Informações sobre covid-19

Desde 28 de março de 2022, não há restrições de entrada na Polônia relativas à pandemia de covid-19, o que significa que já não é necessário apresentar o certificado de vacinação ou teste negativo.

Com a medida, todos os viajantes internacionais não estarão sujeitos a quarentena. Também não é mais obrigatório preencher o Formulário de Localização de Passageiros (eKLP) antes de chegar ao país.

RETORNO AO BRASIL

De acordo com informações da Anvisa, viajantes com o esquema vacinal completo não precisam fazer teste de antígeno (teste rápido) ou RT-PCR para retornar ao Brasil, e também não é preciso preencher a Declaração de Saúde do Viajante, que está suspensa pela Anvisa.

Viajantes não-vacinados ou vacinados parcialmente precisam apresentar resultado negativo de teste de antígeno (teste rápido), coletado até 24 horas antes do voo, ou RT-PCR, coletado até 72 horas antes do embarque.

Seguro viagem

O seguro viagem  é obrigatório para todos os países europeus  que fazem parte do Tratado de Schengen: a Polônia é um deles.

Sem o seguro, você pode ser impedido de entrar no país. E tem mais: há uma cobertura mínima de EUR 30.000. Portanto, você precisa informar para qual – ou quais – país vai viajar antes de comprar o seguro.

Eu sempre indico o Seguros Promo, um site que compara os preços de várias seguradoras e nos mostra os melhores valores para cada cobertura.

Além disso, nem todos os países têm um sistema de saúde público e gratuito. Na verdade, na maioria deles, viajantes estrangeiros não têm acesso a assistência médica gratuita. Por isso, é muito importante ter o seguro internacional de saúde – também chamado de seguro viagem.

→ Faça uma cotação do seguro viagem

O custo de um seguro viagem é menor do que se costuma pensar e ele garante que você terá atendimento em casos de emergências médicas comuns, como acidentes de trânsito, intoxicações alimentares, acidentes vasculares e infartos cardíacos, por exemplo.

Você já imaginou quanto custa um tratamento médico para esses casos em outros países? Dependendo da gravidade, o atendimento pode custar milhares de dólares, podendo gerar sérias dificuldades financeiras para você e seus familiares para o resto da vida.

Então, antes de embarcar, compre o seguro viagem, imprima o comprovante e tenho o número de emergência em local de fácil acesso.

DINHEIRO NA POLÔNIA

A moeda da Polônia é o złoty, identificado pela sigla PLN e pelo símbolo zł, e raramente você vai encontrá-la nas casas de câmbio do Brasil. Portanto, a sua melhor opção é viajar com euros e fazer a troca quando chegar à Polônia. Eu sugiro que você troque, pelo menos, um pouco de dinheiro no aeroporto para usar nas despesas imediatas, como no transporte público.

Você pode trocar facilmente o seu dinheiro na Polônia, em grandes e pequenas cidades, mesmo que seja na recepção de um hotel – só em último caso. As casas de câmbio – identificadas com a palavra Kantor – aceitam praticamente todas as principais moedas estrangeiras, menos o real. Elas geralmente funcionam das 9h às 19h, nos dias úteis, e até às 14h, aos sábados.

Você pode usar o seu cartão para fazer saques de dinheiro na Polônia. Mas, para isso, você pagará uma taxa – que varia de acordo com o banco -, além do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 6,38%. É importante lembrar que o seu cartão precisa estar desbloqueado para uso no exterior. Para isso, você deve solicitar a liberação em sua agência ou no aplicativo do banco.

As bandeiras de cartão de crédito e débito mais comuns – MasterCard, Visa, American Express e Diners – são aceitas amplamente no comércio polonês, mas, em cidades menores, é sempre bom perguntar antes de qualquer coisa.

Ao consumir algo em um bar ou restaurante, é recomendado dar uma gorjeta de 10% sobre o valor total da conta. O mesmo vale para táxis e outros serviços.

Veja mais dicas da Polônia

Ficou mas fácil planejar sua viagem? Se tiver alguma dúvida, é só deixar suas pergunta nos comentários que eu respondo.

Se preferir, pode falar comigo no Instagram: @altiermoulin. Agora, aproveite para ver outras dicas da Polônia.

Sobre o Autor

<a href="https://www.penaestrada.blog.br/author/altier/" target="_self">Altier Moulin</a>

Altier Moulin

Sou jornalista, capixaba e apaixonado pelo universo viajante. Sempre gostei de contar histórias e de extrair do cotidiano um valor que muitos não percebem. Quando criança, sonhava em viajar pelo mundo e, já adulto, isso virou um propósito de vida.

comentários

24 Comentários

  1. Renata Cavalcante

    Adorei o posto! Parabéns pelo trabalho. Você escreve e explica tudo muito bem, e as fotos são incríveis. Valeu ?????

    Responder
    • Altier Moulin

      Muito obrigado, Renata.

      Um abraço.

      Responder
  2. ROSE MAGDA GOMES

    Boa tarde!!! Tem como contratar um tour que fale português?

    Responder
    • Altier Moulin

      Infelizmente, não.
      O Museu não oferece esse serviço ainda.

      Um abraço.

      Responder
  3. Renato Suzigan

    Parabéns pelo texto… quando estive lá senti um clima de velório o tempo todo, ma em Birkenau foi onde eu me sentir pior ainda principalmente qdo via as paredes todas escritas com mensagens me lembrava cenas do filme “O menino do pijama listrado”, enfim um lugar extremamente triste mas que todos deveriam conhecer.

    Responder
    • Altier Moulin

      Um dos lugares mais tristes que já visitei, mas que é muito necessário para a humanidade.

      Um abraço.

      Responder
  4. Edmilson

    Olá altiel tem guias que falar português gostaria de visitar auschwitz

    Responder
    • Altier Moulin

      Oi, Edmilson.

      Infelizmente, o memorial não oferece guiadas em português.
      É possível reservar em espanhol pelo site. Talvez ajude.
      Veja aqui o livreto em português.

      Um abraço.

      Responder
  5. MARCELO

    Parabéns pelo post, muito bom mesmo.
    Tenho muita vontade de visitar esse lugar e tuas explicações e tuas dicas foram muito valiosas.

    Responder
    • Altier Moulin

      Oi, Marcelo.

      Muito obrigado. Conhecer Auschwitz é realmente uma experiência incrível e nos faz refletir muito.

      Um abraço.

      Responder
    • Denise

      Parabéns pelas descrições “extremas” vivenciadas. Tenho interesse em conhecer Cracóvia, sei que tudo é um misto da história e de suas percepções mas, confesso que não sei se me disponho a ir ao museu… só em ler, tive sensações desconfortáveis e náuseas.

      Responder
  6. Marcelo

    Olá, Altier.
    Ótimo texto e informações.
    Precisamos mesmo de seguro para entrar na Polônia? Estarei lá na segunda quinzena de fevereiro.
    Obrigado,

    Marcelo.

    Responder
    • Altier Moulin

      Obrigado, Marcelo.
      Sim, o seguro é obrigatório para qualquer país da Europa.
      Você pode fazer a cotação neste link: https://goo.gl/5gqmzV e usar o código PENAESTRADA5 para ter desconto.

      Um abraço.

      Responder
  7. Gabriella

    Amo Hitória e gostei muito, muito mesmo com essas palavras você se sente como estivesse lá parabéns ótima matéria

    Responder
    • Altier Moulin

      Obrigado, Gabriella.

      É exatamente es sensação que tentei passar no texto.

      Um abraço.

      Responder
  8. Jaime Cordeiro

    Cara, fenomenal!!!
    Viajei até lá com os seus textos, acrescentou-me muito conhecimento. Agradecido!

    Responder
  9. Ana Paula

    Gostei bastante da matéria!!!Obrigada por divulgar suas experiências!!!

    Responder
  10. Matheus

    Muito legal. Gostei bastante da matéria com as fotos.

    Responder
  11. Fernanda Hess

    Rudolf Hoss (Hess) nao foi executado, ele morreu em 17 de agosto de 1987 em um suposto suicidio na prisao.

    Responder
    • FERNANDA Hess

      Desculpe ! Realmente, Rudof Hob foi executado. Eu confundi os nomes.

      Responder
      • Altier Moulin

        Sem problemas, Fernanda. 😉

        Responder

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