Campo de Concentração de Terezín: a fortaleza que nunca protegeu ninguém

Atualizado em 8 de novembro de 2022 – 12 min de leitura

Terezín é um tipo de cidade que você não vai encontrar em qualquer lugar do mundo. A simetria perfeita das ruas geometricamente exatas e as praças cheias de flores escondem a história de um terrível sofrimento humano: visitar o antigo Campo de Concentração de Terezín, pertinho de Praga, é uma experiência dolorosa, daquelas que a gente jamais esquece.

Neste artigo, eu vou explicar sobre:

História de Terezín

O Campo de Concentração de Terezín – ou Theresienstadt ocupou o espaço de duas fortalezas construídas, a partir de 1780, nas redondezas do Rio Ohře. O objetivo das fortificações era proteger a Bohemia da invasão do exército prússico, mas a verdade é que elas praticamente não tiveram utilidade como ponto de resistência.

Na segunda metade do século 19, as fortalezas passaram a ser usadas como cadeia, e, durante a Primeira Guerra Mundial, abrigou presos políticos. Muitos, inclusive, foram exterminados ou morreram por consequência de doenças por causa da péssima qualidade de vida dentro das muralhas.

Campo de Concentração de Terezín

Depois desse período, os galpões, que abrigavam soldados e presos, passaram a ser ocupados por moradores da cidade, que deram às fortalezas um novo uso.

Em 1940, com a ocupação desse território pelos nazistas, seus moradores foram expulsos e as fortalezas foram transformadas em um gueto, para onde foram trazidos judeus, presos políticos, soldados capturados e outras minorias. Muitos jamais ultrapassaram os muros do Campo de Concentração de Terezín novamente.

Campo de Concentração de Terezín

No dia 8 de maio de 1945, os prisioneiros de Terezín foram libertos pelas tropas soviéticas. Em 1994, todo o complexo virou um lugar de memória e de homenagem às vítimas da perseguição nazista.

Ideologia nazista

Os princípios que nortearam a ideologia nazista foram o ódio aos judeus, a negação da democracia e do comunismo, e a convicção da superioridade da raça alemã sobre qualquer outro povo.

Com a ideia de criar uma sociedade pura, livre de outras etnias, os nazistas perseguiram a mataram milhões de judeus, mas não apenas. Eslavos, russos, ciganos, homossexuais e tantos outros grupos foram capturados, escravizados e assassinados nas câmaras de gás ou simplesmente fuzilados.

Liderado por Adolf Hitler, o Partido Nazista tomou o poder na Alemanha em 1933, e, desde então, a política de doutrinação da população por meio da propaganda, que mostrava uma realidade disfarçada, passou a ocupar os veículos de comunicação nacionais.

Isso criou, em parte dos alemães, uma forte simpatia com os ideais defendidos pelos nazistas. Em um de seus famosos pronunciamentos, durante o congresso do Partido Nazista de 1937, Adolf Hitler defendeu o seu modelo nada convencional de formação.

Estamos educando uma juventude diante da qual o mundo inteiro temerá. Eu quero uma juventude que seja capaz de realizar violações, e que seja forte, poderosa e cruel“, declarou o ditador.

Em busca de poder, a Alemanha nazista matou, invadiu territórios e levou a Europa e países como Estados Unidos e Japão a se envolverem na maior guerra de todos os tempos. Uma guerra que não apenas mudou as relações políticas, mas que, principalmente, marcou para sempre a história da humanidade.

Campo de Concentração de Terezín

Atualmente, o antigo quartel nazista é um dos principais pontos de memória da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto na República Tcheca e uma visita é indispensável, principalmente se você for um interessado por esses temas.

Campo de Concentração de Terezín

A visita ao Campo de Concentração de Terezín é dividida em duas partes: Pequeno ForteKleine Festung, em alemão –, que era a prisão de Terezín, e Fortaleza Principal, o local onde funcionou a “cidade  de Terezín”.

Campo de Concentração de Terezín

Transformada em gueto durante a Segunda Guerra Mundial, Terezín recebeu milhares de ciganos, comunistas, gays, presos políticos, judeus e praticantes de outras minorias religiosas de origem tcheca que foram encarcerados e escravizados.

Campo de Concentração de Terezín

Antes de cruzar os muros da fortaleza, ninguém poderia imaginar o que acontecia dentro de Terezín. Todo esse complexo era, na verdade, um campo de passagem, onde os prisioneiros aguardavam o momento de serem enviados a outros sítios nazistas, como Auschwitz, na Polônia, onde seriam assassinados. Mas,  claro, eles não sabiam disso.

ARBEIT MACHT FREI

A frase Arbeit macht frei – que em alemão significa o trabalho liberta – é uma expressão muito conhecida por ter sido usada nas entradas dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, como em Terezín.

A expressão vem do título de um romance de alemão Lorenz Diefenbach, Arbeit macht frei: Erzählung von Lorenz Diefenbach, de 1873 e seu uso pelo nazismo foi ordenado por Theodor Eicke, um general da polícia nazista e inspetor de campos de concentração.

Pequeno Forte

Geralmente, eram trazidos para o pequeno forte, os presos que deveriam ser punidos por má conduta no campo principal. A maioria era acusada de resistência ou desobediência às ordens nazistas.

Nos galpões da fortaleza menor, havia basicamente três tipos de celas.

Campo de Concentração de Terezín

As mais comuns eram as coletivas, onde vários presos conviviam em um ambiente fechado, tendo que permanecer de pé dia e noite. Nesses ambientes, muitas vezes, a única janela era coberta para que os presos não pudessem ver a luz do dia.

Sem ventilação e sem um lugar para se deitar, os confinados só tinham acesso a um vaso sanitário e a um buraco que servia para comunicação com os soldados do lado de fora. Essas celas eram destinadas exclusivamente a judeus.

Campo de Concentração de Terezín

Em outro tipo de cela coletiva, essa destinada a presos que mereciam uma punição mais branda, havia camas de três andares, mesas e bancos, mas não tinha colchão ou qualquer outro utensílio que pudesse os aquecer durante o sinistro inverno europeu.

Campo de Concentração de Terezín

Nessas celas, havia ainda uma pia e um vaso sanitário, e os banhos eram tomados em ambientes compartilhados, do lado de fora. Nelas, geralmente, ficavam os presos políticos.

Campo de Concentração de Terezín

Havia ainda as solitárias, onde eram colocados presos considerados os líderes da resistência dentro Campo de Concentração de Terezín. Sem contato com outros presidiários, eles permaneciam incomunicáveis por longos períodos.

Morte em Terezín

Apesar de não ser propriamente um campo de extermínio, muitos presos perderam suas vidas dentro dessas muralhas.

Boa parte das pessoas trazidas para o Campo de Concentração de Terezín não resistia às péssimas condições de vida. Doentes, fracos, mal alimentados e sem esperança de um futuro melhor, muitos encontravam a morte antes que os soldados os escolhessem.

Só que com o avanço da guerra, os nazistas decidiram matar o maior número de prisioneiros possível, e, assim, as sessões de execução passaram a ser mais frequentes em Terezín. O que antes acontecia em casos extremos com presos que se mostravam resistentes ao regime, virou rotina.

Como não havia câmera de gás neste campo de concentração, os presos geralmente eram fuzilados, mas alguns também foram enforcados.

Túnel da Morte

Na fortaleza, há dezenas de túneis que ligam uma parte à outra do pequeno forte, mas um, em especial, era temido por qualquer morador de Terezín. Conhecido como o Túnel da Morte, os presos sabiam que quem passasse por ele jamais voltaria vivo.

O túnel, que você também vai ver durante a visita, levava os presos para o campo de fuzilamento.

Esse foi, sem dúvida, o lugar mais doloroso da visita.

Três soldados, posicionados de frente para um muro de tijolos vermelhos, disparavam suas armas, levando embora o resto de vida que os prisioneiros carregavam.

Campo de Concentração de Terezín

Para você ter uma ideia, em 1942, o número de mortos dentro do gueto era tão alto que foi preciso construir um crematório que chegava a queimar 200 corpos por dia.

Campo de Concentração de Terezín

Dos cerca de 140 mil judeus transferidos para Terezín, mais de 90 mil foram deportados para outros campos de concentração. Aproximadamente, 33 mil morreram dentro da muralha. As vítimas desse massacre são lembradas na escultura de Ladislav Chochole, que fica pertinho do campo de fuzilamento.

Campo de Concentração de Terezín

Realidade mascarada

Embora a prisão de Terezín fosse realmente algo horrível, ela ainda não era a pior do Regime Nazista. Os presos tinham algumas regalias, como receber encomendas enviadas por parentes e amigos. Entretanto, eles jamais poderiam enviar algo para fora dos muros.

Essa tática usada pelo comando de Hitler não foi em vão, já que a ideia era mostrar Terezín como um lugar agradável, onde as pessoas eram bem tratadas e trabalhavam normalmente. Nesse esquema, os nazistas conseguiram, inclusive, enganar a Cruz Vermelha, que chegou a fazer uma vistoria no campo de concentração em 1944.

Nessa época, tudo foi mascarado: jardins foram plantados, casas pintadas e quartéis renovados. Os nazistas encenavam eventos sociais e culturais para os visitantes, e todo mundo era forçado a parecer feliz. Inclusive, na propaganda nazista, Terezín foi cinicamente descrita como uma cidade spa, um lugar onde idosos poderiam se aposentar em segurança.

Quando a visita acabou, os alemães retomaram as deportações dos prisioneiros.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Campo de Concentração de Terezín chegou a abrigar mais de 50 mil pessoas. Hoje, o número de habitantes da cidade não chega aos dois mil.

Memorial de Terezín

Para lembrar as vítimas desse terrível massacre, um memorial chamado Cemitério Nacional foi erguido na área do Pequeno Forte. Nos 600 túmulos, estão sepultadas os corpos encontrados durante a libertação, em 1945, e as vítimas que morreram logo depois, antes de chegarem aos seus antigos lares.

Nesse imenso campo de tristeza, há uma grande cruz, em homenagem aos cristãos assassinados, e uma imensa estrela de Davi, dedicada aos judeus que morreram no Campo de Concentração de Terezín.

Fortaleza Principal

Como já comentei, apenas um ano depois da invasão da República Tcheca pelos nazistas – na época, Tchecoslováquia –, todos os moradores de Terezín foram expulsos para que os barracões onde moravam dessem lugar a dezenas de milhares de judeus que, agora, eram obrigados a viver em um gueto, distante da sociedade.

Com bastante espaço e uma infraestrutura bem diferente dos demais campos de concentração, Terezín logo virou símbolo da propaganda de Hitler.

Naquela época, a cidade chegou a ser divulgada como um lugar de descanso, onde idosos e doentes poderiam recuperar suas forças em paz, mas, o que o mundo ainda não sabia, é que este era um lugar de confinamento da raça considerada inferior e que, por isso, deveria ser eliminada.

Campo de Concentração de Terezín

Quem entrasse em Terezín, naquele tempo perceberia que, de fato, era um lugar diferente: as escolas funcionavam normalmente, os habitantes podiam ler os jornais todas as manhãs, e até peças teatrais e concertos musicais ocupavam o palco do antigo teatro.

Campo de Concentração de Terezín

Entretanto, tudo isso não era o resultado do entusiasmo dos internos, mas uma marcha programada que pretendia enganar as multidões que chegavam sem parar.

Originalmente, Terezín não foi um campo de extermínio, mas um campo de passagem, onde os prisioneiros aguardavam a hora de serem enviados ao encontro da morte. Entretanto, com o avanço da guerra, os oficiais nazistas começaram a matar mais e mais pessoas, com o objetivo de eliminar o maior número de judeus possível.

Museu do Gueto e os barracões

Hoje, Terezín é um grande memorial que lembra as vítimas da perseguição nazista, mas é também o lar de quase duas mil pessoas que amam e cuidam dessa herança tão sofrida. Você vai entender melhor essa inquebrável relação de pertencimento quando visitar o Museu do Gueto e o barracões de Magdeburg.

Campo de Concentração de Terezín

O prédio onde funciona o Museu abrigou uma escola para meninos judeus órfãos de 10 a 15 anos.

Campo de Concentração de Terezín

Com tanto sofrimento, os professores deste educandário estimulavam que seus alunos se expressassem por meio de poesias e de desenhos.

Frantisek Bass foi um dos meninos que viveram no reformatório. Antes de morrer em Auschwitz, na Polônia, em 1944, ele escreveu o seguinte poema, que transcrevo em tradução livre:

Um pequeno jardim,
Perfumado e cheio de rosas.
O caminho é estreito
E um menininho caminha por ele.

Um menininho, um doce menino,
Como esses pequenos botões.
Quando as flores se abrirem,
O menininho não estará mais aqui.

No conjunto de barracões de Magdeburg, a gente vê e entende um pouco como era a vida no gueto: réplicas dos dormitórios mostram alguns detalhes daquele tempo. Objetos, roupas e imagens também nos transportam para aqueles dias.

Sinagoga escondida e crematório

Outro lugar muito especial é o quarto de oração que funcionava no gueto. Nesse pequeno ambiente com pinturas judaicas, os moradores podiam cumprir suas obrigações religiosas e, assim, se sentirem mais vivos.

No andar de cima da rústica sinagoga, eu visitei uma casa onde viveram alguns prisioneiros. Tudo está como se fosse nos dias da Segunda Guerra Mundial, e você poderá entrar e ver isso de perto.

Campo de Concentração de Terezín

Campo de Concentração de Terezín

Tarezín, de forma geral, é um ambiente de profunda tristeza, mas visitar alguns lugares foi muito mais doloroso. O crematório é um deles!

Embora esse não fosse um lugar de extermínio, como eu já mencionei, o número de mortos dentro das muralhas era muito grande. Para você ter uma ideia, em 1942, a quantidade de pessoas morrendo dentro do gueto era tão alta, que foi preciso construir um crematório que chegava a queimar 200 corpos por dia.

No crematório, quatro fornos funcionavam a todo o vapor para dar conta do recado. Um engenhoso sistema de ventilação acelerava o processo aumentando a temperatura. A fumaça era sugada e dissipada pelas chaminés, enquanto isso, corpos se acumulavam para serem empurrados forno adentro.

Campo de Concentração de Terezín

Em uma fria sala ao lado do crematório funcionava o centro de autópsias, onde casos mais específicos eram estudados, quase sempre por prisioneiros médicos obrigados a cumprir essa dolorosa função.

Um futuro de cinzas

Depois que os corpos eram queimados, as cinzas eram recolhidas, encaixotadas e levadas para o columbário, onde ficavam guardadas.

Porém, nos últimos anos da guerra, devido grande número de mortos, esse procedimento foi suspenso e as cinzas passaram a ser lançadas no rio Ohře. Essa tática também foi usada pelos nazistas para não deixar mais evidências das atrocidades cometidas em Terezín.

No caminho entre o gueto e o columbário, há uma placa identificando o caminho do trem que trazia os prisioneiros de suas cidades até Terezín.

Campo de Concentração de Terezín

Por um instante, parei e refleti no que aqueles seres humanos pensavam ao desembarcar em um lugar que jamais tinham ouvido falar. Como estavam seus sonhos, seus planos de vida? Como essa gente faria para reconstruir sua história? Essas e muitas outras perguntas talvez jamais sejam respondidas.

A vida em Terezín era uma surpresa para todos, e o que eles mais queriam era que os dias fossem breves para que pudessem voltar para sua realidade, por mais simples que ela fosse. Infelizmente, poucos escaparam da morte depois que cruzaram as muralhas dessa cidade que parecia perfeita.

Sobre a Segunda Guerra Mundial

A Segunda Guerra Mundial teve como motivação principal a invasão de territórios por parte da Alemanha nazista, que tinha o claro objetivo de repovoar toda a Europa com a raça alemã.

O primeiro passo para a maior guerra de todas as eras aconteceu em 1º de setembro de 1939, quando o exército de Hitler invadiu a Polônia. Dezesseis dias depois, o exército vermelho da ex-União Soviética também entrou no combate avançando pela fronteira oriental do país, já que a maioria das tropas polonesas se concentrava na porção ocidental, por onde avançavam os militares alemães.

O que o mundo ainda não sabia, até então, é que toda essa trama de ocupação e de divisão da Polônia já tinha sido acordada entre Stalin, líder da antiga União Soviética, e Hitler, comandante das forças alemãs, no Pacto de Não-Agressão.

Disputando o mesmo território, os dois países protagonizam uma guerra que devastou grande parte das cidades polonesas. Para ter uma ideia, Varsóvia, a capital da Polônia, teve mais de 85% de seu território destruído e sua população foi reduzida drasticamente para cerca de 10%: de 1,3 milhão de pessoas, a cidade passou a ter pouco mais de 150 mil.

O imperdível Memorial do Holocausto, em Berlim

No lado nazista, dezenas de campos de concentração foram criados, inicialmente, para abrigar presos políticos – poloneses que se opunham ao regime nazista – e soldados soviéticos derrotados nos combates. Mais tarde, os campos passaram a receber judeus vindos de diversas partes da Europa que, em 1941, já estava sob o domínio de Hitler.

Com o envolvimento de países como Estados Unidos, Inglaterra e França, os ataques ao domínio alemão se intensificaram, aumentando o número de civis mortos, tanto nos países ocupados, quanto na própria Alemanha.

O maior conflito de todos os tempos acabou em 1945, com a rendição do Japão, país aliado da Alemanha, depois que Hiroshima e Nagazaki foram destruídas por bombas atômicas.

Como visitar Terezín

Quanto custa

A entrada para o Campo de Concentração de Terezín, que inclui o pequeno forte e todas as atrações da fortaleza principal, custa CZK 260. Estudantes pagam CZK 210.

Quando ir

Você pode visitar o Campo de Concentração de Terezín durante todo o ano, exceto nos dias 24 a 26 de dezembro e 1º de janeiro.

No verão, o funcionamento é das 9h às 18h. No inverno, das 9h às 16h30. Você vai precisar de um dia inteiro para fazer a visita.

Campo de Concentração de Terezín

Eu considero os meses de abril a setembro a melhor época para visitar a República Tcheca. Nesse período, as temperaturas são mais agradáveis, sem frio ou calor extremo.

Mas se você quer ver neve, é melhor programar sua viagem para os meses de novembro a março, quando os termômetros estão sempre perto de zero.

Como chegar

O Campo de Concentração de Terezín fica a 60 quilômetros de Praga.

Para chegar a ele de ônibus, você pode pegar um dos veículos que partem da estação rodoviária Florenc. As partidas acontecem praticamente a cada hora. Para retornar a Praga, você pode pegar o mesmo veículo no itinerário contrário. As partidas também acontecem a cada hora, até às 17h.

A passagem custa em torno de  CZK 209 e você pode consultar os horários e comprar seu bilhete.

O Aeroporto Internacional Praga Ruzyně (PRG) fica a 20 quilômetros do centro, e há várias linhas de ônibus que nos levam até ele.

Algumas são a 100, 119, 191, 319 e 510. O Uber funciona bem na cidade e, como sempre, tem preços melhores que os táxis.

Para ler

Quem quiser  saber mais sobre as histórias que se passaram em Terezín, o livro A mala de Hana conta uma intrigante história que une as memórias de Hana, uma criança tcheca que viveu no campo de concentração,  e um grupo de crianças em Tóquio, no Japão.

Onde ficar em Praga

O segredo mais importante para ter dias incríveis é escolher um lugar para ficar em Praga nos arredores da  Cidade Velha, que compreende toda a parte do Centro Histórico.

Essa área é um bom lugar para ficar, principalmente se você gosta de monumentos históricos e do estilo medieval da cidade. Só tem um detalhe: quanto mais perto da Praça da Cidade Velha, mais caro fica o preço da hospedagem.

Nos arredores do bairro de Josefov, onde está o Quarteirão Judeu, por exemplo, você vê história em cada cantinho: você pode entrar em museus, sinagogas e até em um cemitério secular.

Onde ficar em Praga

Foto: Rachel Martin

Eu passei por Praga duas vezes e tive experiências de hospedagem bem diferentes, mas bastante agradáveis. Na primeira vez, fiquei em um apartamento espaçoso e perto da Praça da Cidade Velha. Na segunda, me hospedei no Time Traveler, um hostel excelente, mas que acabou fechando.

Eu penso que que Praga é uma cidade nos proporciona ter uma hospedagem mais descolada, porque o melhor mesmo está do lado de fora: escolha um lugar e aproveite seus dias para conhecer a cidade como ela merece.

Staré Město

Staré Město é o coração de Praga. A Cidade Velha, como é chamada em português, tem a melhor localização possível e isso faz com os preços da hospedagem seja mais caro. Mesmo assim, é uma ótima área para você escolher onde ficar em Praga.

Nesta área, também conhecida como distrito Praga 1, estão várias atrações imperdíveis de Praga e você poderá conhecer a maioria delas caminhando, como a Praça da Cidade Velha, Relógio Astronômico de Praga e o Quarteirão Judeu de Praga. 

As melhores opções de hospedagem desta área são:

Hotel Palác U Kočků

O Palác U Kočků é um excelente hotel, com uma localização privilegiada: a pouco mais de 150 metros da Praça da Cidade Velha, onde o coração de Praga bate mais forte, e a 350 metros da Ponte Carlos, um dos lugares mais intrigantes da cidade. A partir desta área, você consegue se locomover facilmente pela cidade a pé, de ônibus ou usando carros de aplicativos.

Os quartos são muito bons, amplos, com camas aconchegantes e roupa de cama de primeira. O café da manhã é muito elogiado, assim como o atendimento. É um dos hotéis com a melhor avaliação da cidade e vale cada centavo – o custo-benefício é super vantajoso.

Onde ficar em Praga

Myo Hotel Mysterius

O Myo Hotel Mysterius também tem um localização muito boa, coladinha na Praça da Cidade Velha. Os quartos são amplos, alguns têm vista para cidade e uma pequena cozinha, o que facilita muito a vida da gente: é como alugar um apartamento com todo o serviço de um hotel.

Onde ficar em Praga

O café da manhã é muito bom e com bastante variedade, os atendentes fala bem inglês e estão super dispostos a ajudar sempre. Além disso, o preço é super justo e vale muito à pena, principalmente se você estiver viajando em família ou com amigos.

Hotel Century Old Town Prague

O Hotel Century Old Town Prague tem um atendimento impecável, mas essa não é sua única qualidade. Quartos super aconchegantes, banheiros sempre limpos, áreas comuns bem cuidadas e café da manhã super elogiado são outros pontos fortes.

Onde ficar em Praga

A localização é ótima, no Centro Histórico de Praga, perto de tudo: dá para fazer muita coisa caminhando e sem pressa. Nesta área, é fácil ter acesso às principais atrações, além de restaurantes, lojas, estação de trem e pontos ônibus.

Grand Hotel Bohemia

O Grand Hotel Bohemia também é uma excelente opção para ficar em Praga, especialmente se for sua primeira vez na cidade: a localização estratégica facilita muito a vida de quem ainda não está familiarizado com o ambiente. Então, sem muito esforço, você consegue conhecer toda a parte histórica.

Além disso, o hotel tem uma história bem interessante, que você pode conhecer quando estiver hospedado nele. O atendimento e o café da manhã são muito elogiados, a limpeza e a arrumação são impecáveis e o preço é justo para um dos hotéis mais bem avaliados de Praga.

Onde ficar em Praga

Hotel Rott

O Hotel Rott é uma boa opção para quem quer ficar em uma boa localização sem gastar rios de dinheiro. Ele não é um hotel de luxo, mas tem tudo na medida para nos dar conforto, segurança e noites boas de sono.

Café da manhã muito bom e atendimento profissional e atencioso são outros pontos positivos do hotel, mas há quem ache os banheiros pequenos, mas isso pode ser apenas um detalhe para quem procura um bom custo-benefício.

Onde ficar em Praga

Ventana Hotel Prague

O Ventana Hotel Prague é muito bem avaliado em quesitos como limpeza, atendimento e localização. Além disso, o hotel tem quartos espaçosos, com camas grandes e muito confortáveis. Tudo é sempre muito organizado e o café é na medida certa.

Como fica a apenas uma quadra da Praça da Cidade Velha, exatamente atrás da Igreja da Nossa Senhora de Týn, é fácil explorar toda a área histórica e sentir um pouquinho como era Praga na Idade Média.

Stylishv Apartment 

O Stylish Apartment fica na melhor parte da Staré Město. Moderno, elegante e totalmente bem decorado, ele é uma excelente opção para ficar em Praga e ter uma experiência inesquecível, vivendo tudo que a parte turística oferece, mas indo um pouco além.

Onde ficar em Praga

O apartamento fica em um prédio com recepção e segurança, tem 54 metros quadrados e acomoda até três pessoas. O Michal, o dono do apartamento, é super camarada e ajuda em tudo o que precisamos para ter dias perfeitos.

Onde ficar em Praga

The Old Town Square

Os apartamentos do The Old Town Square ficam pertinho da Praça da Cidade Velha – a menos de 50 metros – e têm uma excelente vista desta parte da cidade. São várias unidades que acomodam até nove pessoas.

Onde ficar em Praga

Todos são muito bem decorados, com ambientes arejados e bem cuidados. As cozinhas são bem equipadas, os quartos têm camas grandes e roupa de cama de primeira. É uma ótima opção para quem ainda não decidiu onde ficar em Praga.

Onde ficar em Praga

The RoadHouse Prague

O The RoadHouse Prague é um dos melhores hostel do país. A localização é excelente, perto dos principais pontos turísticos e do transporte público – ele fica em uma rua não muito movimentada e isso é ótimo para quem gosta de tranquilidade à noite.

Todas as áreas são super bem organizadas, limpas, arejadas e a equipe dá um show de simpatia. O hostel trabalha com um limite máximo de 20 viajantes por diária e isso deixa o ambiente mais leve e seguro também.

Malá Strana

O Malá Strana faz parte do Centro Histórico, mas fica do outro lado do rio Moldava, aos pés do Castelo de Praga e do Parque Petřín, que são sensacionais.

A Staré Město e o Malá Strana foram as primeiras áreas a serem ocupadas no ajuntamento que, bem mais tarde, deu origem à cidade de Praga.

As duas áreas eram cercadas por uma muralha e, por isso, as ruas são mais estreitinhas, bem típicas de uma cidade medieval – isso dá um charme ainda mais especial.

O grande diferencial de Malá Strana é que a zona não é tão procurada por turistas e isso é perfeito para quem quer ficar perto de tudo, mas manter uma certa distância da agitação do dia a dia.

Isso, claramente, deixa os preços das diárias mais acessíveis do que na Staré Město.

Luxury Family Hotel Royal Palace

A localização do Luxury Family Hotel Royal Palace é sempre muito elogiada, porque fica pertinho do linha do bondinho e da estação Malostranska do metrô. Além disso, dá para ir caminhando até o castelo e outros pontos turísticos.

Onde ficar em Praga

É um hotel super tradicional na cidade. O pessoal que faz o atendimento na recepção super educado e a limpeza do quartos é criteriosa. Já o café da manhã, apesar de ter bastante variedade, poderia melhorar, segundo a opinião dos hóspedes.

Boutique Hotel Klarov

O Boutique Hotel Klarov tem quartos muito confortáveis e ambientes super bem decorados, limpos e arejados, perfeitos para você ficar em Praga. A localização também é excelente, no Centro de Praga, perto de todos os lugares que você precisa conhecer na cidade.

Para quem viaja de carro, há estacionamento na frente do hotel e você pode contar com a ajuda dos funcionários para lhe dar muitas dicas incríveis. É um hotel com bom custo-benefício.

Onde ficar em Praga

Hotel Waldstein

O Hotel Waldstein tem uma localização excelente, a apenas alguns minutos de caminhada dos principais pontos turístico de Praga. O café da manhã é muito bom e super completo, sempre com bastante variedades.

Onde ficar em Praga

O hotel é muito charmoso e tem quartos com decoração elegante, iluminação agradável, sistema de aquecimento e ar condicionado. A equipe da recepção é muito simpática e dá um show no atendimento.

Residence U Černého Orla

O Residence U Černého Orla é super bem localizado, a poucos passos da Ponte Carlos e dos principais pontos turísticos de Praga. O pessoal do atendimento e da limpeza são super atenciosos e nos auxiliam em diversas ocasiões.

A estética do hotel é super elegante, preservando seu valor histórico. Os quartos são espaçosos e confortáveis, com camas grandes e roupa de cama de primeira. O café da manhã é bem servido e, por isso tudo, é um ótimo lugar para você escolher onde ficar em Praga.

Hotel U 3 Pstrosu

O Hotel U 3 Pstrosu funciona em um prédio histórico, ao lado da Ponte Carlos e do rio Moldava. O hotel fica na região da Malá Strana, onde a arquitetura medieval predomina e é possível sentir como era a vivência em séculos passados.

O hotel é muito charmoso e aconchegante e oferece algumas comodidades, como o cafezinho num hall muito bonito. A localização é excepcional, não faltam opções de restaurantes, lojas e atrações turísticas para visitar. Muito indicado para quem deseja mergulhar na arquitetura antiga e histórica da “cidade das cem cúpulas.

Onde ficar em Praga

Josefov

Josefov é o bairro judeu de Praga e se restringe a apenas alguns quarteirões, cercados pela Staré Město.

Apesar de pequeno, a importância histórica, cultural e econômica do bairro é gigantesca e é um bom lugar para ficar em Praga, especialmente se você gosta de visitar lugares históricos.

Eu já expliquei como é visitar o Quarteirão Judeu de Praga para conhecer o que restou – e o que foi recuperado – depois da Segunda Guerra Mundial, já que boa parte do bairro foi demolida.

Isso fez com que Josefov perdesse um pouco de seu aspecto medieval, mas, ainda assim, suas ruas são vibrantes e cheias de coisas que nos aproximam da cultura judaica europeia.

The President

É praticamente impossível não gostar do The President. Um dos hotéis mais luxuosos da cidade, ele é um cinco estrelas moderno que dialoga bem com o estilo medieval do Centro Histórico.

Onde ficar em Praga

O atendimento é impecável, a localização é excelente, os quartos são grandes, arejados, sempre muito limpos e bem cuidados. O SPA é muitíssimo elogiado e isso é um grande diferencial do hotel, que pode ser uma ótima escolha para ficar em Praga.

Myo Hotel Caruso

O Myo Hotel Caruso é muito bem avaliado em itens como limpeza, conforto, atendimento e localização: ele fica coladinho ao Quarteirão Judeu de Praga, onde estão todas as atrações da comunidade judaica.

Além de uma estrutura que agrada muito aos viajantes, o atendimento e a simpatia da equipe fazem muita diferença. O café da manhã é bom e tem bastante variedade.

Gold Art Apartments

O Gold Art Apartments é um prédio com vários estúdios de temporada que acomodam de uma a cinco pessoas. A localização é excelente, a poucos passos da Praça da Cidade Velha, o que facilita muito na hora de explorar a cidade.

Todos os ambientes são super limpos, bem equipados e a comunicação com o anfitrião é muito prática, assim como o sistema de check-in e check-out. Vale a pena das uma olhada com mais calma antes de decidir onde ficar em Praga.

Hostel Franz Kafka

Quem procura um bom lugar com bom custo-benefício vai gostar do Hostel Franz Kafka. Ele também fica pertinho do Centro Histórico, tem acesso fácil e rápido ao transporte público. O hostel também fica perto de bares, restaurantes, mercados, padarias e lojas.

Super bem avaliado pelos hóspedes, o hostel tem quartos econômicos com até seis camas e suítes privativas com cama de casal. O destaque vai para o atendimento, que é fantástico.

Nové Město

A Nové Město – Cidade Nova, em português – já é uma área mais moderna, mas ainda assim bem perto do Centro Histórico.

Eu acho uma das melhores áreas para ficar em Praga porque é tudo muito prático, organizado e com fácil acesso ao transporte público. Embora seja possível fazer muita coisa a pé, caminhando pela Václavské Náměstí – a Praça Venceslau –, que é ladeada por duas avenidas largas que vão até a Cidade Velha.

Fazer esse caminhada é uma das coisas mais agradáveis de Praga, especialmente quando a cidade está ensolarada e mais colorida.

No final da Václavské Náměstí fica o Museu Nacional de Praga e há vários restaurantes super legais para almoçar ou jantar, mas tenha em mente que esta parte da cidade pode ter preços um pouco mais altos.

Elysee Hotel

O Elysee Hotel tem uma localização excelente, bem perto do Museu Nacional de Praga, em uma área super bem cuidada e turística. Os quartos são super confortáveis, com camas grandes, roupa de cama e banho de primeiro e tudo está sempre impecavelmente limpo.

O café da manhã é maravilhoso, sempre com muita variedade e frutas frescas. O atendimento é muito elogiado e a gente percebe a simpatia dos atendentes desde o momento do check-in. É um custo-benefício que vale a pena.

K+K Hotel Fenix

A localização do K+K Hotel Fenix é excelente, perto do Museu Nacional de Praga e da avenida mais movimentada da cidade – a Václavské – que tem várias lojas e ótimos restaurantes. Também tem uma estação de metrô bem perto, mas é possível ir a pé até o Centro Histórico.

Os quartos são bem resolvido, muito bem decorados, modernos e têm estação de trabalho para quem faz home office. A internet funciona muito bem e o café da manhã muito bom, com muita fartura de coisas gostosas. O custo-benefício é excelente!

Myo Hotel Wenceslas

O Myo Hotel Wenceslas também tem uma localização ótima, a uma curta distância das principais atrações de Praga. Os quartos são espaçosos, com camas grandes e roupa de cama de primeira. A limpeza é criteriosa e tudo sempre está muito bem organizado.

O atendimento é de um hotel boutique, super atencioso e individualizado. Uma boa dica é ficar nos quartos que têm vista para o quintal se não quiser ser incomodado com o barulho da rua. O café da manhã é muito bom, dentro do esperado pela categoria do hotel.

Apartrezidence Opletalova

O Apartrezidence Opletalova é um conjunto de apartamentos que tem as melhores avaliações de Praga. São muito pontos positivos que fazem dele uma ótima escolha para ficar em Praga: a localização é ótima e a privacidade e o conforto são garantidos.

Os apartamentos são muito bem decorados, com móveis novos, manutenção em dia e limpeza caprichada. O Sr. Pavel, quem nos recebe em Praga, é muito atencioso e prestativo, e sempre está preocupado para que tudo esteja bem.

Hapimag Apartments Prague

O Hapimag Apartments Prague fica em uma área muito boa, perto da Praça Venceslau, na parte mais vibrante da Cidade Nova. Essa localização facilita muito, pois o acesso é rápido para qualquer parte da cidade e, também, está cercada de tudo que a gente precisa: bares, restaurante, lojas e muito mais.

Os apartamentos são muito bons, foram reformados há pouco tempo e isso trouxe mais leveza e conforto: alguns têm até varandinha com vista. Eles acomodam de uma a sete pessoas.

Thai Sun Hostel

Quem quiser ficar na área mais moderna de Praga sem gastar muito e topa dividir um quarto de hostel, o Thai Sun Hostel pode ser uma boa opção. A localização é excelente, bem central e com acesso a linhas do bondinho, mas dá para fazer muita coisa a a pé.

Os quartos são básicos e há suítes privativas com camas de casal. A limpeza é criteriosa e a organização em dia. A vibe tailandesa é um extra, uma experiência nova no coração da Europa.

Faixas de preço de Praga

Agora que você já viu as minhas opções preferidas – não só as minhas, mas as de muita gente também – é hora de dar uma olhada nos preços antes de decidir onde ficar em Praga.



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No mapa acima estão todas as opções de hospedagem da cidade, especialmente as do Centro Histórico.  Para saber mais, você só precisa clicar nos pins azuis e pronto. 

Informações Básicas

Visto

Brasileiros não precisam de visto para entrar no país e permanecer por até 90 dias.

Documentos

É necessário apresentar o passaporte com seis meses de validade.

Dinheiro

A moeda nacional é a coroa tcheca, identificada pela sigla CZK e pelo símbolo Kč. Veja como usar seu dinheiro na República Tcheca.

Vacinas

Nenhuma vacina específica é exigida de brasileiros embarcados no Brasil, independentemente da idade e do motivo da viagem.

Informações sobre covid-19

Desde 9 de abril de 2022, a República Tcheca suspendeu todas as exigências relativas à pandemia de covid-19 para viajantes internacionais.

RETORNO AO BRASIL

De acordo com informações da Anvisa, viajantes com o esquema vacinal completo não precisam fazer teste de antígeno (teste rápido) ou RT-PCR para retornar ao Brasil, e também não é preciso preencher a Declaração de Saúde do Viajante, que está suspensa pela Anvisa.

Viajantes não-vacinados ou vacinados parcialmente precisam apresentar resultado negativo de teste de antígeno (teste rápido), coletado até 24 horas antes do voo, ou RT-PCR, coletado até 72 horas antes do embarque.

Seguro Viagem

O seguro viagem é obrigatório para todos os países europeus que fazem parte do Tratado de Schengen:   a República Tcheca é um deles. 

Sem o seguro, você pode ser impedido de entrar no país. E tem mais: há uma cobertura mínima de EUR 30.000. Portanto, você precisa informar para qual – ou quais – país vai viajar antes de comprar o seguro.

Eu sempre indico o Seguros Promo, um site que compara os preços de várias seguradoras e nos mostra os melhores valores para cada cobertura.

Além disso, nem todos os países têm um sistema de saúde público e gratuito. Na verdade, na maioria deles, viajantes estrangeiros não têm acesso a assistência médica gratuita. Por isso, é muito importante ter o seguro internacional de saúde – também chamado de seguro viagem.

→ Faça uma cotação do seguro viagem

O custo de um seguro viagem é menor do que se costuma pensar e ele garante que você terá atendimento em casos de emergências médicas comuns, como acidentes de trânsito, intoxicações alimentares, acidentes vasculares e infartos cardíacos, por exemplo.

Você já imaginou quanto custa um tratamento médico para esses casos em outros países? Dependendo da gravidade, o atendimento pode custar milhares de dólares, podendo gerar sérias dificuldades financeiras para você e seus familiares para o resto da vida.

Então, antes de embarcar, compre o seguro viagem, imprima o comprovante e tenho o número de emergência em local de fácil acesso.

Veja mais dicas da República Tcheca

Ficou mais fácil planejar sua viagem? Se ainda tiver alguma dúvida, deixe sua pergunta nos comentários que eu respondo.

Se preferir, pode falar comigo pelo Instagram: @altiermoulin. Aproveite, também, para ler outros posts sobre a República Tcheca.

Sobre o Autor

<a href="https://www.penaestrada.blog.br/author/altier/" target="_self">Altier Moulin</a>

Altier Moulin

Sou jornalista, capixaba e apaixonado pelo universo viajante. Sempre gostei de contar histórias e de extrair do cotidiano um valor que muitos não percebem. Quando criança, sonhava em viajar pelo mundo e, já adulto, isso virou um propósito de vida.

comentários

22 Comentários

  1. José Luiz Reck

    Meu avô veio desta região, porém bem antes até da primeira guerra, ele era da região da boemia, não conheço lá, porém tenho muita vontade de conhecer

    Responder
    • Altier Moulin

      Vá conhecer, José.
      É uma bela aula de história.

      Um abraço.

      Responder
  2. Lucas

    Boa tarde

    Poderia me dizer onde retiro o ingresso para entrar nos locais? Eu tenho um endereço aqui que é do memorial, sabes se é na entrada do memorial que pago e retiro on ingresso?

    Obrigado

    Lucas

    Responder
    • Altier Moulin

      Oi, Lucas.

      Você pode ir na bilheteria do Forte maior.

      Um abraço.

      Responder
  3. Natália Zagui

    Ótima matéria! Sou professora de Literatura e trabalho com os oitavos anos o livro “A mala de Hana”, que foi citado no final do roteiro. As fotos são muito boas e consegui mostrar com mais veracidade aos meus alunos como era Terezin. Parabéns!

    Responder
    • Altier Moulin

      Oi, Natália.

      Que legal! Eu li este livro e é realmente muito bom para estudantes compreenderem o que foi o Holocausto.
      Parabéns pela iniciativa.

      Um abraço.

      Responder
  4. Ana

    Gostei da descrição, espero visitar em Maio quando estou a pensar ir a Praga, pena a estar com dificuldade de arranjar guia em Português, Obrigado pela partilha

    Responder
    • Altier Moulin

      Vai sim, Ana. É uma experiência incrível.

      Infelizmente, não conheço um guia que fale português para lhe indicar.

      Um abraço.

      Responder
  5. Ana

    Seu blog de viagens é simplesmente incrível ! amo seus posts . São ótimas as fotos das paisagens. Parabéns

    Responder
  6. Laisa Pontes

    Nunca tinha ouvido falar de Terezín antes e estou incluindo essa cidade em meu roteiro.
    Adoro história e esse lugar é simplesmente imperdível.

    Parabéns pelo texto e pelas fotos.

    Responder
  7. Gustavo Ferraz

    Adorei suas dicas!
    Vou a República Tcheca mês que vem e quero incluir Terezín no Roteiro. 😉

    Responder
  8. Estevão Pires

    Inacreditável!
    Como o ser humano pode ser tão mal, né?!
    Ainda bem que lugares assim estão sendo preservados para que as gerações futuras possam conhecer e ver o que aconteceu no Holocausto.

    Responder
    • Altier Moulin

      Sim, é quase inacreditável, mas é real. Infelizmente!
      Tomara que isso não se repita.

      Um abraço.

      Responder
  9. Catarina Bento

    Incrível este lugar.
    Fiquei imaginando quanto sofrimento as pessoas não passaram aí.

    Obrigado por compartilhar!

    Responder
    • Altier Moulin

      Cada lugar daqui nos lembra desse passado doloroso, Catarina.
      Venha conhecer.

      Um abraço.

      Responder
  10. Carlos Moreira

    Lindas fotos e ótimo texto. Parabéns!

    Responder
  11. Patrícia Guimarães

    Estive em Praga e fiquei sabendo deste lugar. Fui conferir e é exatamente como você falou.
    Lugar de muita reflexão.

    Obrigado por compartilhar.

    Responder
    • Altier Moulin

      Sem dúvida, Patrícia, lugar de muita dor e reflexão.

      Um abraço.

      Responder

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