Porto Alegre: o que fazer na capital gaúcha

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Atualizado em 19 de abril de 2018

A previsão do tempo anunciava chuva para os próximos dias. Então, se não há outro jeito, ‘bora conhecer Porto Alegre assim mesmo, molhada como está. Começo pelas atividades indoor: cafés, museus, centros culturais.

Aliás, a vida cultural em Porto Alegre é agitada e sempre será uma excelente forma de conhecer a cidade. Igualmente agitadas são as suas principais avenidas, com tráfego intenso e engarrafamentos nos horários de pico. Evite sair nesses horários e os seus problemas serão minimizados. Outra boa pedida é organizar o seu passeio visitando o maior número de atrativos em uma mesma região. Assim, você poderá caminhar e descobrir o que os gaúchos guardam em sua tão amada POA.

O que fazer em Porto Alegre

Mercado Público | Um centro rico em produtos regionais e clássico como o de todas as cidades. Os mercados são sempre um achado com boas opções de comidas e produtos regionais.

Santander Cultural | Uma pequena caminhada a partir do Mercado Público nos separa do Santander Cultural, um belíssimo prédio onde funcionava o Banco Nacional do Comércio e que atualmente recebe mostras de arte contemporânea. Os vitrais do teto e os detalhes em granito vão te deixar impressionado. O café, que funciona dentro do antigo cofre do banco, merece uma visita. De terça a sexta, das 10h ás 9h. Aos sábados e domingos, das 11h às 19h.

Memorial do Rio Grande do Sul | Ali perto também está o Memorial do Rio Grande do Sul. Aproveite para ter uma visão geral da história gaúcha e de seus principais personagens. De terça a sábado, das 10h às 18h. Aos domingos, das 13h às 17h.

Museu de Arte do Rio Grande do Sul | O Margs tem em seu acervo  obras de Cândido Portinari e Di Cavalcanti. Só esses dois nomes já valem a visita, porém você ainda vai encontrar muitas outras exposições. Não saia de lá sem visitar a loja do Museu. De terça a domingo, de 10h às 19h.

Porto Alegre

O Mercado Público de Porto Alegre.

Porto Alegre

Erva mate: artigo imprescindível para o bem-estar gaúcho.

Casa Cultural Mário Quintana | O antigo prédio do hotel Majestic, que hospedou Mário Quintana por doze anos (sim, doze), abriga um rico acervo sobre o poeta e da cantora Elis Regina. No último andar, o café Santo de Casa é uma parada obrigatória. Aproveite para ver, de cima, os prédios da região. De terça a sexta, das 9h às 21h. Aos sábados e domingos, das 12h às 21h.

Usina do Gasômetro | Corra para cá nas últimas horas de sol. O mais bonito pôr-do-sol da cidade é visto daqui e rapidamente você entenderá isso, basta ver o número de pessoas que escolhem os gramados ao redor do gasômetro para ver o sol se esconder. A antiga usina é, hoje, um centro cultural e de entretenimento com cinema, teatro, café e livraria. De terça a domingo, das 9h às 21h.

Parque da Redenção | Esse é o parque mais amado pelos porto-alegrenses e o mais  tradicional da cidade. São quase  40 mil metros quadrados de área verde bem cuidada para você aproveitar. Aos domingos, funciona uma feirinha de antiguidades e artesanato bem interessante.

Parque Moinho dos Ventos | No  agitado bairro Moinhos de Vento você encontra esse espaço verdade ideal para aquela relaxada de fim de tarde.

Porto Alegre

O Gasômetro: antiga usina de geração de energia.

Porto Alegre

O Santander Cultural é um verdadeiro palácio das artes.

Porto Alegre

Fundação Iberê Camargo de longe atrai nossos olhos, por dentro nos abraça.

Palácio Piratini | A sede do governo gaúcho teve como seu primeiro habitante o ex-governador e ex-presidente Getúlio Vargas. A visita mostra os belos salões do piso superior, mas a ala residencial é fechada. Próximo ao palácio, estão a Assembleia Legislativa, o Palácio da Justiça, Catedral Metropolitana de Porto Alegre e o Teatro São Pedro.

Fundação Iberê Camargo | Um pouco mais distante, às margens do Lago Guaíba, um prédio moderno se destaca. Projeto de um arquiteto português, a Fundação Iberê Camargo atrai nossos olhos. Sem muitos detalhes e tingido de concreto cru, o prédio tem armações externas que parecem braços que envolvem um corpo em um aconchegante abraço. Por dentro esses braços revelam corredores com iluminação na medida – muitas vezes ela vem de pequenas aberturas no concreto que mostram pouco do céu e do lago.

A estrutura é curiosa, assimétrica e parece até um desperdício o tanto de espaços vazios. Mas, tratando-se de arte, o prédio é a própria obra. Não é preciso dizer que uma visita é obrigatória. De terça a domingo, das 12h às 19h. Entrada gratuita.

SOBRE O AUTOR

Altier Moulin

Sou um viajante apaixonado pelas coisas desse mundo. Um jornalista que adora contar boas histórias e compartilhar informações de viagem. Meu propósito de vida é ajudar outras pessoas a conhecerem lugares novos e a viverem experiências inesquecíveis.

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