Dinheiro na Hungria: câmbio, saques e taxas

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Atualizado em 14 de junho de 2019

Se você está planejando uma viagem para a Hungria, é indispensável pensar como você vai gastar seu dinheiro no país. De uma forma geral, o câmbio sempre é positivo para brasileiros. Isso porque, mesmo fazendo parte de União Europeia, o país não está na zona do euro. Então, veja como usar seu dinheiro na Hungria.

Dinheiro na Hungria

A moeda do país é o forint húngaro, identificado pela sigla HUF. Raramente você vai encontra-la nas casas de câmbio do Brasil. Portanto, a sua melhor opção é levar euros ou dólares e fazer a troca lá, quando chegar à Hungria. Eu sugiro que você troque, pelo menos, um pouco de dinheiro no aeroporto para usar nas despesas imediatas, como no transporte público.

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Os lugares mais indicados para fazer a troca do seu dinheiro na Hungria são os bancos e as casas de câmbio. Normalmente, os bancos abrem das 8h às 16h nos dias de semana. Algumas agências abrem aos sábados, mas todas fecham nos domingo.

Impostos e taxas

Os restaurantes húngaros, geralmente, não incluem taxa de serviço. Por isso, é costume deixar uma gorjeta de, aproximadamente, 10 a 15% do valor da conta. No comércio – especialmente nos bares – não mostre o dinheiro antes de receber o seu pedido e antes de o atendente dizer o valor. Não obedecer a essa regra é uma ofensa, e colocar o dinheiro sobre o balcão é ainda mais grave.

Para quem está planejando fazer compras no país, uma dica é procurar as lojas que oferecem o reembolso de impostos – o Global Blue Tax Free –. Ele é válido para compras acima de HUF 50.000. Para receber o reembolso, você precisa carimbar a nota fiscal ou o comprovante de pagamento e apresentar em uma das portas de saída, antes de deixar o país. O reembolso só pode ser solicitado até 90 dias após a compra.

Dinheiro na Hungria: câmbio, saques e taxas

Adesivo que mostra que a loja participa do programa de isenção de impostos: Foto: Divulgação.

Cartões de crédito e débito

Se você não quiser fazer a troca da moeda, em grande parte do comércio das cidades maiores, como Budapeste, o euro é aceito, mas o câmbio pode ser desfavorável. Outra opção é sacar o forint nos caixas rápidos que aceitam cartões internacionais.

Eu já expliquei isso anteriormente em Dinheiro: qual a melhor opção?, mas, de forma simples, com essa alternativa você vai poder usar o cartão de sua conta corrente para fazer saques nos caixas eletrônicos na moeda local. Mas, para isso, você pagará uma taxa – que varia de acordo com o banco -, além do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 6,38%.

É importante lembrar que o seu cartão precisa estar desbloqueado para uso no exterior. Para isso, você deve solicitar à sua agência.

As bandeiras de cartão de crédito e débito mais comuns – MasterCard, Visa, American Express e Diners – são aceitas amplamente no comércio, mas, em cidades menores, é sempre bom perguntar antes de qualquer coisa.

Por motivo de segurança, eu sugiro que você evite sacar dinheiro em caixas eletrônicos de ruas pouco movimentadas e durante a madrugada. Também é bom evitar andar com grandes quantias de dinheiro. É bom lembrar, também, que o serviço de troca de dinheiro com pessoas na rua pode ser arriscado e desvantajoso.

SOBRE O AUTOR

Altier Moulin

Sou um viajante apaixonado pelas coisas desse mundo. Um jornalista que adora contar boas histórias e compartilhar informações de viagem. Meu propósito de vida é ajudar outras pessoas a conhecerem lugares novos e a viverem experiências inesquecíveis.

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