A infinitude do mar de Canoa Quebrada

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Atualizado em 9 de fevereiro de 2018

Hoje, em Canoa Quebrada, fizemos o passeio de bugre pelas praias. Passamos por Majorlândia, Quixaba, Retirinho, Retiro Grande chegando até Ponta Grossa. Foi mar que não acaba mais, uma delícia. A região fica a cerca de 160 quilômetros de Fortaleza, capital do Ceará.

Até os anos 70, Canoa Quebrada era uma pequena vila de pescadores. Os hippies descobriram esse cantinho do Brasil e se encantaram – o que acontece facilmente. Aos poucos o lugares se transformou em um reduto de paz e amor, ganhando eventualmente a atenção do turismo.

Nosso passeio de bugre em Canoa Quebrada

O preço é tabelado e custa R$ 200 para quatro pessoas, mas nós conseguimos um desconto. São, em média, 2h30 de passeio e, com desconto, saiu por R$ 160. Pelo caminho, encontramos falésias de várias cores, piscinas naturais e pedras esculpidas pelo mar. A Garganta do Diabo é um dos lugares que merece uma parada para fotografias: as falésias se abrem como uma cortina e deixam passar a água que escorre de minas naturais.

Quem vem a Canoa também deve passar na barraca Lazy Days. Construída à beira-mar sobre palafitas, a barraca é o point mais bem frequentado da praia. Os preços não são os melhores, mas vale à pena subir, pedir (pelo menos) uma água de coco e deitar-se de frente para a infinitude do mar cearense. Nas quintas a noite, rola um luau na barraca.

As falérias de Canoa.

O mar se descortina.

Montanhas de areia aparecem pelo caminho.

Hoje a noite partimos para Natal, Rio Grande de Norte. Como Cláudia estará conosco decidimos trocar a hospedagem do CouchSurfing por um hotel em Ponta Negra. Aqui em Canoa tivemos, também, a companhia de Cledson. Saindo de seu apartamento em Porto Canoa, recebemos de presente este pôr-do-sol emoldurado pelos imensos cataventos das usinas eólicas.

Descansando na Lazy Days.

Pôr-do-sol emoldurado.

SOBRE O AUTOR

Altier Moulin

Sou um jornalista que gosta de contar histórias e de extrair do cotidiano um valor que muitos não percebem. Desde menino, meu desejo era viajar pelo mundo. Já adulto, descobri que isso não era apenas um sentimento, mas um propósito de vida.

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